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Filha é presa após tentar matar os pais e avós e planejar atentado em escola na Paraiba

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Após levar 61 socos em elevador no RN, vítima de agressão relata ameaça de 121 golpes

Publicado em 28/08/2025 19:24

Foto/Reproducao


A estudante Juliana Soares, de 35 anos, vítima de uma série de agressões dentro do elevador de um condomínio no bairro de Ponta Negra, em Natal, afirmou, nesta quinta-feira 28, que recebeu novas ameaças pelas redes sociais, menos de um mês após o crime.

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A mensagem dizia que ela seria alvo de “121 socos”, em referência ao episódio de 26 de julho, quando foi atacada com 61 golpes pelo então namorado, o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, que está preso e responde por tentativa de feminicídio.

Juliana relatou que as ofensas recebidas virtualmente continham termos violentos e intimidatórios. Ela destacou que, além das sequelas físicas, o episódio trouxe impactos emocionais. “Eu tenho alguns comportamentos que não tinha antes, de estar em estado de vigília. Isso é pós-traumático, já é esperado, e eu estou com acompanhamento psiquiátrico e psicológico”, disse durante entrevista ao programa Encontro, da TV Globo.

A estudante afirmou que tem buscado transformar a experiência em ação de conscientização para outras mulheres. “Transformei a dor em missão. Se eu consegui, outras mulheres também conseguem. Eu sou uma vítima, mas não sou coitada. O amor não machuca, o amor cuida, trata bem. Qualquer sinal contrário disso é motivo para se afastar, porque às vezes pode ser que você não tenha uma segunda chance, assim como eu tive”, relatou.

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Ela contou que já participou de rodas de conversa para debater os diferentes tipos de violência, destacando que muitas mulheres não identificam formas de agressão que não sejam físicas. “Algumas pensam que a violência só acontece quando existe agressão, mas ela tem vários níveis, várias camadas. A violência começa com uma palavra mal dita, um gesto que nem sempre é uma agressão física”, afirmou.

Sobre o futuro, Juliana declarou que pretende retomar seus estudos e seu trabalho, além de atuar no enfrentamento à violência doméstica. “Agora quero estar envolvida com mulheres que sofrem algum tipo de violência, alertando e participando ativamente”, disse.

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