Foto/Reprodução
Do Portal Já É Notícia - Duas mulheres foram presas e uma jovem vítima de cárcere privado foi libertada, na última quinta-feira, 20. O crime foi registrado no bairro Rio Novo, em Maceió e a jovem só foi liberada após o pai da jovem pedir ajuda à Polícia.
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De acordo com informações da polícia, agentes da Operação Litorânea Integrada (Oplit) estiveram na casa onde a jovem estava sendo mantida e sendo torturada. A Polícia foi informada que a jovem havia ido morar com a amiga, com quem dividia o aluguel da casa.
Além dela, na casa havia sempre outra mulher, amiga da moradora da residência, e uma menina, que é filha da vítima de tortura.
A vítima teria dito, durante conversa, que o ex-namorado da mulher que costumava visitar a casa, teria a procurado para ter um relacionamento amoroso. Com ciúmes, a mulher trancou a jovem dentro do imóvel, com a ajuda da outra moradora.
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A vítima foi torturada, agredida com tapas na cara, teve o cabelo picotado com tesoura e a sobrancelha raspada. Parte da tortura foi gravada em vídeo de celular; além disso, a vítima foi proibida de sair da casa. Toda ação foi presenciada pela filha da vítima.
Antes de ser torturada, a vítima havia compartilhado a localização do imóvel com o pai, pelo aparelho celular, por já temer a violência. O homem contou aos policiais que só tomou conhecimento do que estava acontecendo após receber o contato de outra filha, que mora no Rio de Janeiro.
"O pai recebeu filmagens da irmã da vítima, que mora no Rio de Janeiro, e ela estava preocupada, já que o vídeo foi compartilhado nas redes sociais e a vítima estava nessa situação. Com a última localização, ele foi até a base da Oplit para pedir ajuda", disse Antônio de Pádua, coordenador da Oplit.
"Uma das mulheres, ao ver a viatura, já fugiu. Então uma das equipes foi atrás e conseguiu capturá-la. Ela informou onde estava a menina, indicou a casa. A equipe encontrou a outra mulher e a vítima. Todas foram levadas para central de flagrantes", complementou o coordenador da Oplit.
As suspeitas foram ouvidas e presas. Elas irão responder por crimes de cárcere privado e lesão corporal.
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