Os policiais, ao chegarem na residência, foram recebidos por Neide, que lhes apresentou um documento falso, com nome de outra pessoa. Ao ser indagada a data de nascimento, ela deu informação divergente da que estava no RG e acabou revelando sua verdadeira identidade.
Ao chegar na delegacia, foi constatado o mandado de prisão contra ela. Neide disse aos policiais que está jurada de morte pelo crime organizado. Ela está presa aguardando decisão da Justiça.
A delegada Mônica Gamboa, responsável pelo caso, disse ao Cotia e Cia que na próxima semana deve concluir a investigação e indiciar Neide por homicídio qualificado. Depois, o inquérito deve seguir em prosseguimento Justiça, cujo processo criminal tramitará perante a Vara do Júri. “Foram quatro meses em busca da Francileide. Não relatei o inquérito até agora porque acreditava que ela estava foragida e com documentos falsos, como de fato aconteceu. Não me conformei em concluir as investigações antes dela ser capturada. No Dia das Mães, pude amenizar a dor da família com a notícia de que a assassina de Juniele havia sido presa, tinha esse compromisso”, explicou. Mônica.
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O VÍDEO
Pelas imagens, é possível ver que, de fato, Juniele e a outra mulher discutiam no bar. Em determinado momento, Juniele pega um galão com álcool e joga o líquido por cima de seu corpo.
Juniele parece transtornada e não percebe que a acusada se aproxima dela com um isqueiro nas mãos. As imagens são claras e mostram a mulher tentando acender o isqueiro contra o corpo de Juniele por algumas vezes.
Depois, o vídeo mostra a acusada passando o isqueiro para uma terceira mulher, que estava atrás do balcão. Essa mulher pega o isqueiro, direciona para o chão e acende. O fogo sobe e atinge o corpo de Juniele, que fica em chamas.