Brasil
Religiosa, recém-formada e alegre: quem era a atendente morta após ataque com álcool

Publicado em 23/04/2026 11:34

Foto/Reproducao


Do g1 - Morta em decorrência de queimaduras provocadas por um ataque com álcool que sofreu de uma mulher enquanto trabalhava em um mercado na zona rural de Delfinópolis (MG), a jovem Íris Gabriely Cândida Paulino, de 24 anos, é lembrada pelos familiares como uma jovem alegre, educada e de boa índole.

Íris teve 40% do corpo queimado quando atendia no caixa da mercearia de um tio dela no distrito de Olhos d'Água, em 11 de abril, e morreu no domingo (19) após ficar oito dias internada na ala de queimados do hospital de São Sebastião do Paraíso.

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Segundo a família, Íris sempre morou aqui no distrito de Olhos d’Água. Ela trabalhava no estabelecimento onde ocorreu o crime havia 4 anos.

 

"Era alegre, positiva, boa filha, sempre foi cuidadosa com a avó que perdemos há dois anos, amorosa, gostava de compartilhar os momentos com a família, mas também de sair com as amigas", contou um parente.

Crime pode ter sido cometido por ciúmes

 

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Jovem que ateou fogo em atendente por ciúmes do namorado é presa em MG — Foto: Imagens cedidas

Jovem que ateou fogo em atendente por ciúmes do namorado é presa em MG — Foto: Imagens cedidas

A suspeita do ataque com fogo que matou Íris foi presa na tarde de segunda-feira (20) em Delfinópolis (MG).

Segundo a Polícia Militar, a suspeita do crime, Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi presa em uma casa abandonada na zona rural do município, nas proximidades do distrito de Olhos d’Água.

Íris Cândida, de 24 anos, morreu após ficar internada durante nove dias ao ser alvo de ataque em Delfinópolis — Foto: Reprodução / Redes Sociais

Íris Cândida, de 24 anos, morreu após ficar internada durante nove dias ao ser alvo de ataque em Delfinópolis — Foto: Reprodução / Redes Sociais

Uma câmera de segurança filmou o crime: a jovem entrou no mercado, comprou um frasco de álcool e, após pagar, abriu a embalagem ainda no caixa e jogou o líquido sobre Íris. A vítima tentou fugir, mas é perseguida pela suspeita que ateou fogo com um isqueiro. Após o crime, Marcela foi embora caminhando.



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