Foto/Reprodução
A mulher que morreu no desabamento de uma laje em Magé, na Baixada Fluminense, tinha escapado de um tiroteio que deixou mortos e feridos na Praia de Mauá, no dia anterior.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Na noite de domingo (19), um miliciano e um policial civil discutiram e tiros foram disparados no fim de um bloco de carnaval. Na confusão, uma criança e uma mulher morreram e outras 19 pessoas ficaram feridas.
Marta Galdina da Silva Almeida tinha ido curtir o Bloco das Piranhas com a família e estava na praia quando o tumulto começou. Ela e os parentes conseguiram fugir e chegar em segurança na casa que ficava na Avenida do Imperador, no bairro Jardim da Paz.
Mas, durante a comemoração de seu próprio aniversário de 50 anos, no dia seguinte (20), Marta foi tirar uma foto e a laje desabou. Dez pessoas caíram na Baía de Guanabara, incluindo a aniversariante, que morreu depois de bater a cabeça em uma pedra.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Além dela, outras nove ficaram feridas e foram socorridas. Elas seguiam internadas na manhã desta terça-feira (21), com quadro de saúde estável.
Os familiares contaram que tinham acabado de comprar o imóvel e era a primeira vez de Marta no local. Eles foram para Mauá curtir o carnaval e o aniversário dela e tinham chegado nesse fim de semana.
Do G1