Brasil
Jovem foi estuprada antes de ser morta por namorado que fez live, diz amiga
A informação sobre o possível estupro foi divulgada pelo site UOL

Publicado em 24/05/2023 12:00 - Atualizado em 24/05/2023 12:00

Foto/Reprodução


Givanildo Freitas dos Santos, 43 anos, que foi morto pela Polícia Militar em Araçatuba (SP) na semana passada após assassinar a namorada dele, Karen Vitória Mariano, 19, pode ter estuprado a vítima antes de tê-la assassinado. Ele fez uma live de dentro do apartamento antes de ser morto.

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A informação sobre o possível estupro foi divulgada pelo site UOL, com base em prints de conversas trocadas pela jovem com uma amiga. Karen foi encontrada pela polícia já sem vida, com ferimentos a faca no pescoço, na madrugada de sexta-feira (19), em um apartamento de um condomínio no bairro Villela.

Na matéria publicada pelo UOL consta que ela teria passado a enviar mensagens para a amiga às 22h52 da quinta-feira (18). À amiga, a vítima teria relatado que havia sido agredida pelo namorado, que a teria enforcado e a forçado a manter relação sexual contra a vontade dela.

Brigas

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Consta ainda na publicação que uma tia de Karen relatou que a sobrinha já havia reclamado das brigas entre o casal, que mantinha uma relação conturbada, com idas e vindas. Diante disso, a própria tia a teria aconselhado a voltar para Lins, onde os familiares dela residiam.

Ainda de acordo com o que foi publicado, Karen também teria postado nas redes sociais um vídeo exibindo as marcas de agressão no pescoço e nos braços, sofridas na primeira vez que teria sido agredida pelo namorado, no início do ano.

la ainda teria enviado áudio à tia semanas antes de ser assassinada, dizendo que estava disposta a ajudar o namorado, que estaria passando por problemas emocionais.

Desconhece

Um inquérito para investigar o caso foi instaurado pela DH/Deic (Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais). A reportagem procurou o responsável pelo investigação, delegado Paulo Natal, que explicou que tomou conhecimento dessas informações por meio da imprensa.

De acordo com ele já foram ouvidos os policiais militares que atuaram na ocorrência e algumas testemunhas que residem no condomínio. Entretanto, como a vítima estaria morando no local havia cerca de 20 dias, eles não têm muitas informações a respeito do casal.

Com relação aos familiares da vítima, a polícia ainda não teve contato com nenhum deles para que possam ser intimados a prestar declarações. Nem mesmo a irmã de Santos, que teria encontrado os policiais militares no condomínio para informar onde ele estava, foi qualificada no boletim de ocorrência. Assim, a polícia ainda tenta identificá-la.

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Sobre o suposto estupro e até mesmo uma possível gravidez de Karen informada pelos familiares, o delegado informou que é preciso aguardar o laudo do exame necroscópico, que leva pelo menos 15 dias úteis para ser elaborado.


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