Foto/Reprodução
Do Meio Norte e Correio Braziliense - Uma jovem identificada como Larissa Stephanie da Silva de 18 anos, foi executada no município de Contagem, em Minas Gerais. O corpo da vítima foi encontrado na lagoa Várzea das Flores.
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O crime ocorreu no final de novembro de 2022, mas novas imagens divulgadas recentemente mostram a vítima momentos antes de ser morta.
De acordo com informações, Larissa foi vista pela última em uma boate. Depois, imagens gravadas por populares mostram ela sendo colocada a força dentro de um porta-malas de um carro por supostos traficantes.
A vítima foi espancada até a morte e o corpo jogado na lagoa. A motivação pode estar associada a um suposto envolvimento dela com um traficante de uma gangue rival. Após o crime, também foram divulgados vídeos íntimos da vítima.
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Homem preso
Polícia Militar de Minas Gerais confirmou que um dos três suspeitos de matar Larissa Stephanie da Silva, de 17 anos, está preso. Ele tem 26 anos, morador de Igarapé e dono do carro utilizado no crime para carregar o corpo de Larissa até o Lago Várzea das Flores, no bairro Solar da Madeira (Contagem, região metropolitana de BH ), onde o corpo foi encontrado boiando.
Segundo um dos suspeitos, Larissa teria causado intriga entre ele e outros dois colegas. O grupo tinha envolvimento com tráfico de drogas. No sábado os três foram a um baile funk, próximo ao local de onde o corpo foi encontrado. Chegando lá, se depararam com Larissa e a mataram.
Mais detalhes sobre o crime
Na noite de sábado, ela foi vista pela última vez em um baile funk . No local, os três suspeitos que têm envolvimento com tráfico de drogas tinham desavenças com Larissa, que de acordo com um deles “causava intrigas”.
Eles a abordaram, espancaram a jovem até a morte e jogaram o corpo no lago. De acordo com a PM, há imagens gravadas por populares mostrando ela sendo colocada à força dentro de um carro por supostos traficantes. Depois do exame feito pelo Instituto Médico Legal (IML), há indícios de que ela tenha sido arrastada.

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Além disso, a PMMG informa ainda que a vítima também podia ter envolvimento com tráfico de drogas. Seu corpo era coberto por tatuagens, uma delas, “171”, que no Código Penal é o artigo que trata sobre estelionato. Outras informações das autoridades suspeitam ainda que Larissa tinha envolvimento com outro traficante da RMBH.