Brasil
Homem é preso pela morte de amante, que ameaçou expor o relacionamento
O homem contratado para matá-lo estava havia uma hora no local, observando o movimento.

Publicado em 20/09/2023 07:22

Cláudio Rodrigues de Oliveira Bastos e Yoran Tairik Guimarães Costa — Foto: Reprodução/TV Globo


Do g1 - Um homem foi preso nesta segunda-feira (18) pela morte do amante, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, Cláudio Rodrigues de Oliveira Bastos mandou matar Yoran Tairik Guimarães Costa, com quem mantinha um relacionamento extraconjugal às escondidas. Ambos eram casados.

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De acordo com as investigações, Yoran ameaçava expor o caso dos dois, e Cláudio encomendou a execução. O assassino ainda não foi encontrado.

Cláudio trabalha no ramo de bufê de festas em Niterói e chegou a fazer várias transferências para Yoran.

“Essa situação foi armada pelo senhor Cláudio, que está preso. Foi uma situação armada. Na verdade, foi uma emboscada”, declarou a promotora Renata Neme.

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O crime foi no dia 11 de setembro, no bairro Rio do Ouro.

A polícia afirma que Yoran foi atraído por Cláudio para um ponto de ônibus com a falsa promessa de um emprego de caseiro. O homem contratado para matá-lo estava havia uma hora no local, observando o movimento.

Alguns minutos depois da chegada da vítima, o criminoso se aproximou e atirou na cabeça de Yoran.

“Foi um local detalhadamente planejado para a execução. A vítima se colocou cerca de 2 metros abaixo do nível da rua, bastante encoberto”, descreveu o delegado Leonardo Borges.

Depois de matar Yoran, o executor entrou num ônibus e fugiu.

Celulares roubados e mais ameaças

No dia do crime, o assassino ainda levou o celular de Yohan e bloqueou uma rede social dele. Segundo a polícia, foi uma tentativa de dificultar as investigações, já que no telefone estavam conversas que revelavam o relacionamento extraconjugal.

A polícia chegou ao mandante com a ajuda da esposa de Yoran, que mostrou prints de conversas entre os amantes.

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“Foi pedida a prisão temporária para reunir outros elementos de prova e para preservar a esposa da vítima. Dois dias depois da morte, alguém foi até a casa deles, ameaçou a mulher e subtraiu o celular dela”, disse a promotora.


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