Foto/Reprodução
Com os últimos resultados das pesquisas de intenção de voto para as eleições deste ano, o núcleo central da campanha do atual presidente Jair Bolsonaro quer incentivar o governo a fazer o que for necessário entre as medidas econômicas para reverter a situação.
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Uma possível derrota ainda no primeiro turno para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está levando o governo a considerar furar o teto de gastos.
De acordo com informações do colunista do O Globo Lauro Jardim, uma das medidas seria aumentar o valor do Auxílio Brasil, hoje em R$ 400, para ao menos R$ 600.
O programa social que substituiu o Bolsa Família é uma das medidas mais populares do governo atual. Inicialmente, o projeto com o valor de R$ 600 era o Auxílio Emergencial, desenvolvido por conta da pandemia da Covid-19 em 2020.
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O Auxílio Brasil já conta com um valor maior que o Bolsa Família, que girava em torno de R$ 200.
Do Isto É
Lula lidera pesquisas
Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (3) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 34%. As eleições estão marcadas para 2 de outubro.
Lula e Bolsonaro mantiveram a mesma pontuação em relação à pesquisa anterior do instituto, divulgada em 27 de maio.
A seguir aparecem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 9% ― ele oscilou um ponto para mais em relação ao levantamento anterior, dentro da margem de erro de 3,2 pontos percentuais ―, e a senadora Simone Tebet (MDB), com 3%.
André Janones (Avante), Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (Pros) têm 1% das intenções de voto. Leonardo Péricles (UP) e Luciano Bivar (União Brasil) não pontuaram ― embora tenham sido citados, não chegaram a 1%.
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Os demais pré-candidatos Luiz Felipe d’Avila (Novo), Eymael (DC) e Sofia Manzano (PCB) constam do questionário, mas não foram citados por nenhum respondente.
Brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos candidatos somam 5%. Indecisos representam 2% dos entrevistados.