Brasil
Dias antes de ser morta, mulher denunciou agressão de ex-companheiro

Publicado em 26/08/2024 17:43 - Atualizado em 26/08/2024 17:43

Foto/Reproducao


Do Metropoles - Daíra dos Santos Rodrigues (foto em destaque), 23 anos, havia registrado ocorrência de lesão corporal contra o ex-companheiro 22 dias antes de ser morta por ele neste domingo (25/8).

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Na ocasião, a vítima denunciou que foi agredida pelo homem e que teve um forte sangramento.

A coluna Na Mira apurou que o autor trata-se de Ian de Jesus Oliveira, 26 anos. Ele é considerado foragido pela polícia.

Em depoimento registrado no dia 3 de agosto, a mulher relatou que os dois mantinham um relacionamento havia nove meses. Na data do ocorrido, eles foram para uma bar no Itapoã, onde consumiram bebida alcóolica.

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Quando voltaram para casa, eles teriam discutido por conta do ciúmes de Ian. Na ocasião, o homem tomou o celular da vítima e começou a chamá-la de “sua piranha, sua puta, rapariga, desgraçada”.

Após xingá-la, Ian teria empurrado Daíra em direção a porta do banheiro da residência. A vítima contou que acabou caindo por cima da porta e lesionou a mão esquerda.

Quando voltaram para casa, eles teriam discutido por conta do ciúmes de Ian. Na ocasião, o homem tomou o celular da vítima e começou a chamá-la de “sua piranha, sua puta, rapariga, desgraçada”.

Após xingá-la, Ian teria empurrado Daíra em direção a porta do banheiro da residência. A vítima contou que acabou caindo por cima da porta e lesionou a mão esquerda.

decisão judicial determinava que Ian deveria se afastar do lar, que estava proibido de manter contato com a vítima e os familiares dela, bem como de se aproximar da ex-companheira.

No entanto, na manhã deste domingo (25/8), ele invadiu a residência de Daíra e a assassinou a facadas. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu no Hospital Regional do Paranoá.

De acordo com a PMDF, em maio deste ano, ele também já havia tentado contra a vida dela. Na ocasião anterior, a vítima optou por não registrar a ocorrência formalmente e recusou a oferta de uma medida protetiva.

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O autor do crime possui um histórico criminal que inclui passagens por furto, infrações da Lei Maria da Penha e dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).


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