Brasil
Dentista é preso após manter mulher em cárcere por 4 meses e forçá-la a tatuar seu nome 10 vezes

Publicado em 17/04/2026 10:20

Foto/Reproducao


do Diario de SP - Um dentista de 40 anos foi preso após ser acusado de manter a própria companheira em cárcere privado por cerca de quatro meses, além de submetê-la a agressões físicas, ameaças e à realização forçada de tatuagens com o nome dele pelo corpo.

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A prisão ocorreu durante a Operação Ötzi, conduzida por agentes da Polícia Civil do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O suspeito foi localizado em Itapema, onde vivia com a vítima e mantinha um consultório odontológico.

Segundo as investigações, a mulher, de 39 anos, era impedida de sair de casa, teve o celular confiscado e foi isolada de familiares e amigos. Durante o período, sofreu agressões constantes e foi obrigada a fazer ao menos 10 tatuagens com o nome do agressor, em diferentes partes do corpo.

A vítima conseguiu escapar no início de abril, aproveitando o momento em que o suspeito havia ingerido um medicamento para dormir. Após fugir, procurou imediatamente uma delegacia e formalizou a denúncia.

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As apurações foram conduzidas pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Esteio e pela Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) de Itapema. Durante o cumprimento dos mandados judiciais, os agentes apreenderam armas de fogo, aparelhos eletrônicos e outros materiais que podem auxiliar na investigação. O vídeo está no instgram do Diário de SP.

Além disso, todos os bens da vítima, incluindo o carro, foram recuperados. A polícia também identificou que o suspeito possui histórico de violência contra outras mulheres, o que reforça a gravidade do caso.

O homem permanece à disposição da Justiça, e o caso segue sob investigação.


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