Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Paulo Guedes, Ministro da Economia, se pronunciou sobre a possibilidade de prorrogar o auxilio emergencial até 2021. O programa que inicialmente seria de apenas 3 parcelas e que foi estendido até o final do ano, não terá continuidade em 2021. Paulo Guedes negou essa possibilidade:
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“O plano de auxílio e o estado de calamidade se encerram em dezembro. Não há prorrogação da calamidade. Essa articulação pela prorrogação do auxílio não existe. O ministro descredencia qualquer informação nesse sentido”, explicou o ministro durante um evento com a presença de jornalistas.
Estima-se que a união gastou mais de 50 bilhões de reais a cada parcela paga de 600 nos 5 primeiros meses do beneficio. Para ter uma noção do impacto gerado nas contas públicas, o valor gasto pelo Governo Federal durante todo o ano com o Bolsa Familia é de R$ 29,5 bilhões. Resumindo: Em 1 mês de auxilio emergêncial, o goveno gastou mais do que pagaria em 1 ano do Bolsa Família.
Sobre o novo programa social Renda Cidadã, o Ministro foi enfático ao dizer que ele terá que obededer a regra do teto de gasto, caso contrário, é preferivel que siga como está, ou seja, com o Bolsa Família.
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“Se não encontrarmos espaço fiscal para fazer um programa melhor, vamos voltar para o Bolsa Família. É melhor voltar para o Bolsa Família que promover um programa irresponsável”, disse ele durante o evento.
Uma recente pesquisa da XP/Ipespe aponta que a maioria dos entrevistados é a favor que, caso não haja o novo programa, que o auxílio seja sim prorrogado até 2021. 68% dos entrevistados dizem ser a favor de uma nova prorrogação, enquanto 27% são contra e 4% não quiseram opinar. E você, qual sua opinião? Responda nos comentários.