Brasil
À polícia, padrasto confessa que enteada morreu asfixiada durante estupro e dá detalhes revoltantes
A confissão foi neste sábado (29), na Delegacia de Paranaguá, após o homem se apresentar à corporação

Publicado em 30/04/2023 09:29

Foto/Reprodução


Do G1 - Givanildo Rodrigues Maria, de 33 anos, confessou à polícia ter estuprado a enteada Kameron Odila Gouveia Osolinski, de 11 anos, em Guaraqueçaba, no litoral do Paraná, de acordo com a Polícia Civil.

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A RPC teve acesso a parte do depoimento. À polícia, ele afirma que asfixiou a menina durante o abuso sexual e em determinado momento percebeu que ela estava morta. Na ocasião, ele deu detalhes ao delegado sobre como desovou o corpo da menina.

A confissão foi neste sábado (29), na Delegacia de Paranaguá, após o homem se apresentar à corporação.

Diniz também informou que, a partir da confissão, pediu novamente ao Poder Judiciário a prisão preventiva de Genivaldo. O pedido foi acatado e, durante a tarde, a Justiça determinou a prisão preventiva do homem.

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g1 procura a defesa do suspeito.

Ele chegou a ser preso em flagrante por homicídio e ocultação de cadáver e, depois, ser solto pela Justiça.

O corpo de Kameron foi encontrado na quinta-feira (27), após ela ser dada como desaparecida pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride). Leia mais abaixo.

De acordo com o Delegado Nilson Diniz, que colheu o depoimento, o homem procurou a Polícia Militar (PM-PR) neste sábado (29) e foi encaminhado à Polícia Civil.

De acordo com a família de Kameron, o enterro da criança ocorreu neste sábado (29), em Curitiba.

Inicialmente, suspeito negou o crime

Depois de ser preso em flagrante, o padrasto disse, em depoimento ao delegado de Antonina Isaias Fernandes Machado, que não matou a criança. Afirmou, também, que estava "com a consciência tranquila".

Givanildo Rodrigues Maria tem 33 anos — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Givanildo Rodrigues Maria tem 33 anos — Foto: Reprodução/Polícia Civil

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No mesmo interrogatório, o homem foi questionado sobre ter um comportamento possessivo com a criança, conforme declarações de testemunhas. Ele negou.


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